HOJE...
HOJE...
Hoje, trago nas mãos
flores frescas para oferecer,
quem por aqui passar
leva nas suas perfume.
Saudades me embalam,
deixo-me levar na balada
da canção feita, serenata
cantada pelo estudante de Coimbra!
Ai! Aí! A vida, que já não fáz sentido,
desejada é a partida
e o tempo que não chega...
Hoje era um bom-dia
para se apagar o sentido
da vida que não tem fim!
Findando o dia
levo comigo a esperânça,
nas madrugadas cansadas,
das noites mal durmidas,
pensando no que já perdi!
O tempo tem o seu tempo e
Eu também tenho o meu.
A vida também tem o
seu tempo de viver na terra brava!
Sou flor, tenho vida.
Terei o meu tempo de viver e
de germinar para renascer
na primavera distante...
LuísaZacarias 16-02-2015



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