segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Para uma amiga distante...

Surpresa!!!

Para uma amiga distante...

Espero que goste
desta minha poesia
é feita de coração 
com esmero e alegria.

São estes belos momentos 
Que me elevam ternura
Envio versos ao vento, 

Com amor. Sim criatura!!

Ana Lúcia Gadelha



Este seu lindo sorriso
me encantou logo á primeira
escrevo versos mas, preciso
da sua premissão. Linda trigueira...

LúisaZacarias

HOJE...

HOJE...

Hoje, trago nas mãos
 flores frescas para oferecer, 
quem por aqui passar
leva nas suas perfume.

Saudades me embalam,
deixo-me levar na balada
da canção feita, serenata
cantada pelo estudante de Coimbra!

Ai! Aí! A vida, que já não fáz sentido,
desejada é a partida
e o tempo que não chega...

Hoje era um bom-dia
para se apagar o sentido
da vida que não tem fim!

Findando o dia
levo comigo a esperânça,
nas madrugadas cansadas,
das noites mal durmidas,
pensando no que já perdi!

O tempo tem o seu tempo e
Eu também tenho o meu.
A vida também tem o
seu tempo de viver na terra brava!

Sou flor, tenho vida.
Terei o meu tempo de viver e
de germinar para renascer 
na primavera distante...

LuísaZacarias 16-02-2015

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

O meu bebé...


Esperei-te tão anciosa nem cabia em mim de felicidade.
Os meses iam passando e quando chegou a hora nem queria acreditar. As dores eram fortes e eu não tinha experiência mas, sabia que ias nascer saudável! Apesar, de ir ser mãe com um corpo de menina nada mudava, pois, sempre fui responsável desde que me senti gente. Sempre foi um sonho ser mãe, mulher, para me sentir realizada  e desde que o pode-se selo. Para mim foi a melhor coisa do mundo. Nessa altura não havia o que hoje em dia há, falo do desenvolvimento na medicina e saúde. Já passaram tantos anos mas, para mim parece ter sido ontem ou mesmo hoje. Uma mãe nunca esquece um filho. Ainda consigo sentir o teu cheirinho de menina bebé nos meus braços a amamentar-te e acarinhar-te com mil cuidados porque eras tão frágil. Sabes minha pequenina, tu, eras tão frágil que eu ainda sinto as minhas mãos a tremer mas, de saudade desse tempo vivido contigo.

Dizem os entendidos que, recordar é viver então eu estou a recordar-te com todo o meu amor. Olha, meu bebé, escrevo, para não morrer de tédio.
Os dias passam...O tempo passa...os meses os anos e eu também com eles claro. Vou envelhecendo, a saúde degredando e os desgostos da vida também mas, nem por momento algum esqueço de ti minha princesa sem castelo, minha estrelinha da vida. Quem me dera tudo voltá-se  atrás meu amor! Devo estar a sonhar alto, vou escrevendo, vou lembrando, até parece que ditas por mim e no papel vai ficando o meu sentimento. Viver feliz, era tudo o que mais queria bebé mas, com Deus no meu coração o serei, Ele, me dará toda a força que nessecitarei para caminhar. Chamo-te assim deste jeitinho carinhoso bebé, por sentir o meu colo vazio desde o dia em que te foste de mim. Vou avivando minha memória para não morrerem as minhas células. Olho tua fotografia e beijo-te com saudade, saudade do que não vivemos juntas.  Como serias hoje! Tenho a certeza que serias linda pois, sempre o foras. Eras uma menina mulher, como tua mãe, ou seja eu. Tenho sede dos beijos teus, quando dados com fervor, meu bebé sonhador!
Sonha, sonha, o sonho é que manda a vida...

Ao meu bebé, menina, mulher que hoje é uma estrelinha no céu!

Tua mãe:LuísaZacarias

(2015 fevereiro 05) escrito pela saudade da madrugada ás 3h45m